quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)

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Introdução


Pode-se definir a Ditadura Militar, como sendo um período da política brasileira no qual os militares governavam o Brasil. Caracteriza-se pela supressão de direitos constitucionais, falta de democracia, censura, perseguição política e aos que eram contra o regime militar.
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Início

O golpe militar de 1964

A crise política arrastava-se desde a renuncia de Jânio Quadros em 1961. Seu vice João Goulart, assume a presidência num clima político adverso. O governo de João Goulart (1961-1965) foi marcado pela abertura as organizações sociais. Estudantes, organização populares e ganhou espaço, o que causou a preocupação das classes conservadores como, por exemplo, os empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Havia o medo que o Brasil cai-se para o lado socialista. Lembrando que, neste período, o mundo vivia o auge da Guerra Fria.

Este estilo populista e de esquerda, gerou preocupações até nos EUA, que junto com as classes conservadoras brasileiras, temiam um golpe socialista.

Partidos de oposição, como a União Democrática Nacional (UDN) e o Partido Social Democrático (PSD), acusavam Jango de estar planejando um golpe de esquerda e de ser o responsável pela carestia e pelo desabastecimento que o Brasil passava.

No dia 13 de março de 1964, João Goulart realizava um grande comício na Central do Brasil (Rio de Janeiro), no qual defendia as reformas de Base. Neste plano, Jango prometia reformas radicais na estrutura agrária, econômica e educacional do país.

Porém, seis dias depois, dia 19 de março, os conservadores organizam uma manifestação contra as intenções de João Goulart. Foi a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, onde reuniu milhares de pessoas nas ruas do centro da cidade de São Paulo.

Devido ao crescimento das tensões políticas e sociais a cada dia. No dia 31 de março de 1964, saem às ruas tropas de Minas Gerais e São Paulo. Para evitar uma guerra civil, Jango deixa o país refugiando-se no Uruguai. Os militares tomam o poder. Em nove de abril, é decretado o Ato Institucional Número (AI-1). Este cassa mandatos políticos de 
opositores ao regime militar e tira a estabilidade funcionários públicos.

Governo Castelo Branco (1964-1967)

Castelo Branco, general militar, foi eleito pelo Congresso Nacional da República em 15 de abril de 1964. Em seu discurso, declarou defender a democracia, porém logo ao começar seu governo, assume uma posição autoritária.


Estabeleceu eleições indiretas para presidente, além de dissolver os partidos políticos. Inúmeros parlamentares federais e estaduais tiveram seus mandatos cassados, cidadãos tiveram seus direitos políticos e constitucionais cancelados e os sindicatos sofreram intervenção militar.
Em seu governo, foi instituído o bipartidarismo. Só foi autorizado o funcionamento de dois partidos: Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e a Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Embora o primeiro seja de oposição, de certa forma controlada, o segundo representava os militares.

Em janeiro de 1967, o governo militar impõe uma nova Constituição para o país. Aprovada neste mesmo ano, a Constituição de 1967 confirma e institucionaliza o regime militar e suas formas de atuação.

Governo Costa e Silva (1967-1969)



Em 1967, assume a presidência o general Arthur da Costa e Silva, após ser eleito indiretamente pelo Congresso Nacional. Tem como marca seu governo, protestos e manifestações sociais. Cresce no país, a oposição ao regime militar. A UNE (União Nacional dos Estudantes) organiza, no Rio de Janeiro, a Passeata dos Cem Mil.

Em Contagem (MG) e Osasco (SP), greve de operários paralisam fábricas em protesto ao regime militar. Começam a se organizar a guerrilha urbana. Formadas por jovens idealistas de esquerda, sequestram embaixadores e assaltam bancos para obter fundos para o movimento de oposição armada.

No dia 13 de dezembro de 1968, o governo decreta o Ato Institucional número 5 (AI-5). Este foi o mais duro do governo militar, pois aposentou juízes, cassou mandatos, acabou com as garantias do habeas-corpus e aumentou a repressão militar e policial.
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Desenvolvimento

Governo da Junta Militar (31/08/1969-30/10/1969)

Por estar doente, Costa e Silva foi substituído por uma junta militar formada pelos ministros Aurélio de Lira Tavares (Exército), Augusto Rademaker (Marinha) e Márcio de Sousa e Melo (Aeronáutica).

O MR-8 e ALN, dois grupos de esquerda sequestram o embaixador dos EUA Charles Elbrick. Os guerrilheiros exigem a libertação de 15 presos políticos, exigência conseguida com sucesso. Porém, em 18 de setembro, o governo decreta a lei de Segurança Nacional. Esta lei decretava o exílio e a pena de morte em casos de "guerra psicológica adversa, revolucionária ou subversiva".

No final de 1969, o líder da ALN, Carlos Mariguella, foi morto pelas forças de repressão em São Paulo.

Governo Médici (1969-1974)


Em 1969, a Junta Militar escolhe o novo presidente: o general Emílio Garrastazu Médici. Seu governo é considerado o mais duro e repressivo do período, conhecido como “anos de chumbo". A repressão à luta armada cresce e uma severa política de censura é colocada em execução. Jornais, revistas, livros, peças de teatro, filmes, músicas e outras formas de expressão artísticas são censurados. Muitos políticos, músicos, professores, escritores e artistas são investigados, presos, torturados ou exilados do país. O DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações e ao Centro de Operações de Defesa Interna) atua como centro de investigação e repressão do governo militar.

Ganha força no campo a guerrilha rural, principalmente no Araguaia. A guerrilha do 
Araguaia é fortemente reprimida pelas forças militares.

O Milagre Econômico

O pais crescia rapidamente na área econômica. Este período que vai de 1969 a 1973 ficou conhecido como a época do Milagre Econômico. O PIB brasileiro crescia a uma taxa de quase 12% ao ano, porém a inflação beirava os 18%. Com investimentos internos e empréstimos do exterior, o país avançou e estruturou uma base de infraestrutura. Todos esses investimentos geraram milhões de empregos pelo país. Algumas obras, que são consideradas faraônicas, foram executadas, como a Rodovia Transamazônica e a Ponte Rio-Niterói.

Porém, todo esse crescimento teve um custo altíssimo e a conta deveria ser paga no futuro. Todos aqueles empréstimos estrangeiros geraram uma divida externa altíssima para os padrões econômicos do Brasil.
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Final

Governo Geisel (1974-1979)

Assume a presidência em 1974, o general Ernesto Geisel que começa um lento processo de transição rumo à democracia. Seu governo coincide com o fim do milagre econômico e com a insatisfação popular em altas taxas. A crise do petróleo e a recessão mundial interferem na economia brasileira, no momento em que os créditos e empréstimos internacionais diminuem.

Geisel anuncia a abertura política lenta, gradual e segura. A oposição política começa a ganhar espaço. Nas eleições de 1974, o MDB conquista 59% dos votos para o Senado, 48% da Câmara dos Deputados e ganha a prefeitura da maioria das grandes cidades.

Os militares de linha dura, não contentes com os caminhos do governo Geisel, começam a promover ataques clandestinos aos membros da esquerda. Em 1975, o jornalista Vladimir Herzog é assassinado nas dependências do DOI-CODI em São Paulo. Em janeiro de 1976, o operário Manuel Fiel Filho aparece morto em situação semelhante. Em 1978, Geisel acaba com o AI-5, restaura o habeas-corpus e abre caminho para a volta da democracia no Brasil.

Governo Figueiredo (1979-1985)

Com a vitória do MDB nas eleições em 1978, começa a acelerar o processo de redemocratização. O general João Baptista Figueiredo decreta a Lei de Anistia, concedendo o direito de retorno ao Brasil para os políticos, artistas e demais brasileiros exilados e condenados por crimes políticos. Os militares de linha dura continuam com a repressão clandestina. São colocadas em órgãos da imprensa e OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Cartas-Bomba. No dia 30 de abril de 1981, uma bomba explode durante um show no centro de convenções do Rio Centro. O atentado fora provavelmente promovido por militares de linha dura, embora até hoje nada tenha sido provado.

Em 1979, o governo aprova a lei que restabelece o pluripartidarismo no país. Os partidos voltam a funcionar dentro da normalidade. A ARENA passa a ser PDS, enquanto MDB passa a ser PMDB. Outros partidos são criados, como: Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Democrático Trabalhista (PDT).

A Redemocratização e a Campanha pelas Diretas Já

O Brasil apresenta vários problemas nos últimos anos do governo militar. A inflação é alta e a recessão também. Enquanto isso a oposição ganha terreno com o surgimento de novos partidos e como fortalecimento dos sindicatos.
Em 1984, políticos de oposição, artistas, jogadores de futebol e milhões de brasileiros participam do movimento das Diretas Já. O movimento era favorável à aprovação da Emenda Dante de Oliveira que garantiria eleições diretas para presidente naquele ano. Para a decepção do povo, a emenda não foi aprovada pela Câmara dos Deputados.

No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral escolheria o deputado Tancredo Neves, que concorreu com Paulo Maluf, como novo presidente da República. Ele fazia parte da Aliança Democrática - o grupo de oposição formado pelo PMDB e pela Frente Liberal.
Era o fim do regime militar. Porém Tancredo Neves acaba ficando doente antes de assumir e acaba falecendo. Assume o vice-presidente José Sarney. Em 1988 é aprovada uma nova constituição para o Brasil. A qual apaga os rastros da ditadura militar e estabelece princípios democráticos no país.

Fonte: (Sua pesquisa/ Google Imagens/ Wikipédia).
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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Guerra do Afeganistão (2001-presente)

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Introdução

 X 

Devido a sua riqueza, o Oriente Médio era alvo de inúmeros países, principalmente, dos EUA. Era preciso apenas um motivo, para que os Estados Unidos invade-se algum país de lá.
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Início

O que não demorou muito. Após diversas tentativas de amenizar o clima no Oriente Médio que não davam em nada. O poder da Al-Qaeda só crescia, com isso, os Estados Unidos passaram a pressionar o Talibã para que expatriassem Osama Bin Laden, líder da Al-Qaeda, na verdade antigo convidado dos aliados afegãos da potência norte-americana. O Afeganistão viu-se isolado no Oriente Médio, e países como Paquistão - que também apoiou os rebeldes contra a União Soviética-, encontram-se neste momento em uma situação delicada, pois indiretamente são também responsáveis pela ascensão do Talibã.


Com isso, no dia 11 de setembro de 2011, os Estados Unidos sofrem um atentado que entra tragicamente para a História. As Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova Iorque, foram atingidas por dois aviões e são totalmente destruídas. Uma terceira nave colide com o Pentágono, em Virgínia. O quarto avião caiu no Sul da Pensilvânia, devido a um conflito entre alguns passageiros e os terroristas, que tinha provavelmente como alvo a Casa Branca. Esta foi a maior ação dos inimigos contra os norte-americanos em seu próprio território. Morreram aproximadamente três mil pessoas, o que deixou aos americanos um terrível trauma, aliado a uma raiva ainda maior. Osama Bin Laden e seu grupo terrorista assumiram a autoria dos atentados. E então o Afeganistão, acusado de apoiar o saudita, tornou-se o alvo número um das tropas norte-americanas. Assim, tem início à chamada Guerra ao Terror, instaurada pelo presidente George Bush.

O Congresso implanta várias leis para proteger o país e aprova a decisão do Presidente de invadir o Afeganistão, como uma represália ao atentado cometido em território americano. Assim, no dia 7 de outubro de 2001, tropas norte-americanas, apoiadas pela Aliança do Norte, revoltosos afegãos que apoiaram os EUA contra os terroristas da Al-Qaeda e os Talibã, invadiram este país, aliadas também as forças internacionais do Reino Unido, Canada e Austrália.
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Desenvolvimento

Durante os combates, os norte-americanos conseguiram atingir alvos estratégicos, obtendo êxito ao prender supostos terroristas no Afeganistão, que foram presos na Base Militar de Guantánamo, em Cuba. Bush não lhes concede os direitos de prisioneiros de guerra, pois ele os considerou soldados ilegítimos. Consequentemente, estes rebeldes não tiveram direitos básicos resguardados, e fala-se hoje de abusos e torturas inomináveis que teriam ocorrido neste local.

O Presidente George W. Bush, que em junho de 2003, segundo a BBC, alegou seguir os desígnios divinos ao invadir o Afeganistão e, em seguida, o Iraque, caracterizando assim certo fundamentalismo cristão, não teve poder para devolver ao Afeganistão a paz tão desejada, perdida desde a invasão da União Soviética. Grupos dissidentes continuam a combater-se entre si e, nas províncias, os Talibã continuam a subjugar e a causar terror na população local. Porém, os norte-americanos se consideram vitoriosos, mais do que no Iraque, pois no Afeganistão afirmam ter desestruturado uma boa parte da Al-Qaeda.


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Final e Consequências
Até agora, houve aproximadamente a morte de 13.107 soldados dos EUA, Canada, Reino Unido, OTAN, entre outros e cerca de 16.000 feridos. Já do outro lado, houve mais de 38.000 mortos e feridos.

. Queda do governo Talibã.
. Destruição dos campos de treinamento da Al-Qaeda.
. Insurgência Talibã.
. A retirada das tropas estrangeiras está prevista para o final de 2014.

Fonte: (Sua pesquisa/ Google Imagens/ Wikipédia).
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Guerra do Golfo (1990-1991)

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Introdução

 X 

Foi um conflito armado, que começou no dia 02/08/1990 até 27/02/1991 entre dois países primeiramente, Iraque e Kuwait. Em seguida, outras nações entraram na guerra, sendo como principal delas, os Estados Unidos.
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Início

O objetivo do Iraque era anexar o Kuwait ao seu território como uma província, tendo em mente em controlar o petróleo kuwaitiano. Com isso, começaram os ataques da imprensa de Bagdá ao pequeno país.

Aparentemente, era uma das diversas tensões do Oriente Médio. Em 1991, ocorre a invasão iraquiana de 100 mil soldados no Kuwait. Porém, boa parte da família real kuwaitiana conseguiu fugir. Apenas a força real aérea do Kuwait demonstrou alguma resistência perante a ocupação.

Embora, tendo certa resistência, a força do corpo de elite iraquiana era tão grande que nem se pode dizer que foi uma guerra, mas sim uma manobra militar. Devido a isso, o Kuwait é anexado ao Iraque como a 19ª província do país. Daí, veio da ONU a primeira sanção concreta, um embargo econômico no qual nenhum país poderia comprar e nem vender para o Iraque.
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Desenvolvimento

No entanto, havia pouca a esperança de que a sanção da ONU seria o suficiente para retirar as tropas iraquianas. Sendo assim, a ONU estabeleceu um prazo de até 15 de janeiro de 1991 para a retirada das tropas que ocupavam o Kuwait. Mas, antes disso, os Estados Unidos já havia preparado um contra-ataque.

Até o fim do prazo estabelecido, as tropas da ONU começavam a chegar aos países vizinhos como Turquia e Arábia Saudita.

Enquanto isso, o Iraque tentava tornar a invasão do Kuwait uma guerra contra o Ocidente e contra Israel. Saddan Hussein cometeu dois erros básicos; ele não esperava a reação do Ocidente diante a invasão e contava com um maciço apoio árabe na guerra.

 

Porém o ditador não levou em consideração que o mundo vivia uma situação Pós-guerra Fria, ou seja, os Estados Unidos estavam livres para agir na região sem a pressão soviética, envolvida na crise. Um dia após o término do prazo legal dado pela ONU, iniciava-se o bombardeio ao Iraque.

Na tentativa de envolver outros países árabes, os iraquianos atacaram Israel com mísseis scund, de fabricação soviética. Com o objetivo de Israel respondesse ao ataque, provavelmente os outros países árabes iriam apoiar o Iraque e se retirariam da aliança anti-Iraque. No entanto, a diplomacia e o dinheiro norte-americano foram fundamentais. 

Devido a isso, os Estados Unidos conseguiram convencer Israel de não contra-atacar e premiaram-no com baterias patriot.
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Final da Guerra

Outro recurso iraquiano, denominado de ecoterror, foi o despejo de petróleo no Golfo Pérsico e, quase ao final da guerra, incêndio das instalações petrolíferas do Kuwait. Cerca de um mês após o início do bombardeio, o Iraque, sofre inúmeras perdas e o avanço das tropas da aliança só aumenta, com isso, anuncia a devolução do Kuwait pela rádio de Bagdá, em 28 de fevereiro de 1991.

Com essa atitude, o Iraque conseguiu perder a guerra sem perder território ou sequer tira Saddan Hussein do poder. A rápida derrota do Iraque surpreendeu o mundo, que esperava uma resistência muito maior e o uso de todo o arsenal de Saddan. Dessa guerra saíram diversos vencedores, entre eles os Estados Unidos assumindo se papel de única potência mundial, o Egito por ter apoiado os EUA ganhou prestígio e força. Em compensação o Iraque, além de ter perdido a guerra, ainda saiu enfraquecido, perdendo o seu prestígio.
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Operação Tempestade no Deserto

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Países participantes

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 Kuwait
Apoiantes:
 Estados Unidos
 Arábia Saudita
 Reino Unido
 França
 Egito
 Austrália
 Canadá
 Espanha
 Argentina
 Paquistão
 Itália
 Polônia
 Dinamarca
 Bélgica
 Marrocos
 Grécia
 Omã
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 Iraque

Fonte: (Sua pesquisa/ Google Imagens/ Wikipédia).
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